O roubo de carros em grandes metrópoles é uma realidade que temos que conviver, procurando evitar situações de risco e buscar por dispositivos de segurança adicionais, que dê a proteção esperado, com um preço que caiba no bolso.

Todos os anos, veículos especializados divulgam uma lista dos 10 modelos mais roubados nas capitais brasileiras, de acordo com o Índice de Veículos Roubados (IV-R), divulgado pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), que tem por objetivo alertar o consumidor quanto o carro e a região que mais oferecem vulnerabilidade.

Modelo

Índice de Roubo*

Número de sinistros

Veículos segurados

Volkswagen Voyage 1,719% 2.053 119.428,94
Fiat Palio Weekend 1,612% 1.006 62.422,87
Fiat Uno acima de 1.0 1,556% 386 24.807,93
Fiat Palio acima de 1.0 1,515% 1.189 78.471,21
Volkswagen Gol acima de 1.0 1,481% 1.394 94.139,18
Fiat Siena acima de 1.0 1,473% 679 46.081,26
Fiat Siena 1.0 1,433% 1.172 81.814,69
Kia Cerato 1,403% 202 14.398,78
Hyundai HB20 1,348% 1.127 83.616,55
Fiat Palio 1.0 1,312% 3.127 238.302,65
Fonte: Exame
*O índice é obtido a partir da divisão do número de sinistros (que é a soma entre os casos de roubos e furtos) pelo número de veículos segurados de cada modelo. Os dados são coletados a partir de apólices ativas e de dados informados pelas seguradoras à Susep.

 

Este índice também é utilizado pelas seguradoras para classificar o “índice de risco” que um determinado modelo de carro está inserido, bem como o perfil do cliente, pela região que reside e/ou transita normalmente. Isso determinará o valor da apólice a ser paga no caso da contratação dos serviços de seguro automotivo. A conta é bem mais complexa, mas aqui o objetivo é mostrar em linhas gerais a composição do custo para que nosso leitor tenha uma informação mais clara e objetiva.

O mercado tem inúmeras ofertas que se dispõe a atender a necessidade de proteção para veículos, preservando desde o valor do bem até ressarcimento de terceiros. A escolha, para saber qual modalidade é a melhor, deve considerar alguns pontos:

1. Padrão de uso do veículo: se é usado todos os dias, apenas para passeio, somente aos finais de semana, entre outros.
2. Cobertura: o que desejar garantir (valor do bem, ressarcimento para terceiros, cobertura contra acidentes etc)
3. Valor disponível: quanto você tem para investir em proteção (este valor será determinante para definir os demais itens, uma vez que a cada item incluso o valor do seguro sofrerá alteração)

Qual a novidade?

Nos últimos tempos os serviços de rastreamento e monitoramento, tecnologia utilizada pela Siggo, aplicados aos veículos trouxeram uma possibilidade de segurança confiável e de melhor custo – benefício que já está sendo percebido pelos usuários e também por algumas seguradoras que oferecem seguros automotivos.

Esta tecnologia permite uma redução significativa no valor do seguro contra roubo e furto, se comparado com o seguro tradicional, pois na maioria das vezes devolve o próprio veículo, ao invés de ter que ressarci-lo. Esta solução dispensa a análise de perfil, possuindo valor fixo pelo serviço prestado e não pelas características pessoais e de comportamento como percebido na modalidade de seguro tradicional.

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