O Código de Trânsito Brasileiro tem apertado o cerco dos motoristas, com diversas ações para coibir os infratores e garantir maior segurança para todos os envolvidos no trânsito, desde os pedestres até os próprios motoristas.

Em post recente, demos várias dicas de direção defensiva, citando a infração por transitar/ultrapassar no acostamento e uso obrigatório de farol baixo durante o dias nas estradas brasileiras.

Entender como funciona os sistemas de fiscalização de velocidade te dará maior segurança ao transitar, além de manter dentro das determinações da lei, evitando multas e pontuação na sua CNH.

Presentes na maioria das cidades brasileiras, a fiscalização eletrônica de velocidade conta com dois modelos básicos:

Fixos
Instalados em pontos estratégicos (semáforos, cruzamentos, locais com alto índice de acidentes), compostos por três equipamentos:

Sensor de velocidade: capta a velocidade dos carros, sendo acionados a partir da velocidade limite da via;
Câmera fotográfica: acionada para tirar foto do veículo que ultrapassou o limite de velocidade da via;
Faixas riscadas: instaladas no chão, possuem sensores eletromagnéticos, quando os carros passam por elas desativam o campo magnético acionando os sensores, que calculam o tempo que o veículo levou para passar entre os sensores.

São calibrados de acordo com a velocidade máxima permitida para cada via, muitas vezes seguidos de sinalização e placas de aviso.

Vale ressaltar, que a lei não obriga o aviso onde tiver o radar, porém placas com o limite de velocidade são obrigatórias em todas as vias brasileiras.

Desde 2011 os órgãos de fiscalização foram desobrigados por lei de informar por meio de placas de aviso os locais de fiscalização eletrônica de velocidade. O entendimento dos especialistas em segurança do trânsito e órgãos responsáveis é que este tipo de aviso incentivava o descumprimento do limite de velocidade em locais onde não haviam essas placas, aumentando significativamente as ocorrências de acidentes por excesso de velocidade.

Móveis
Com dois modelos, esses modelos são usados em situações pontuais e em locais onde há variação de tráfego por um tempo determinado, ou em casos específicos.

Pistola: usam tecnologia de rádio para detectar e medir a variação da distância entre um ponto e outro e fazer o cálculo da velocidade atingida pelo carro.
Geralmente são empunhados por policiais rodoviários, que emitem o sinal em direção a um veículo, o intervalo entre uma emissão e outra determina a velocidade, através da diferença entre uma reflexão e outra;

Tripé: acoplado a uma câmera, funciona com microondas disparadas em um ângulo de 20º em direção ao solo. O veículo, ao atravessar a área coberta pelas microondas emitidas, interrompe o sinal e neste momento calcula a velocidade do veículo, sendo superior ao permitido a câmera disparo, fotografando o carro infrator.

Agora que você já sabe com funciona, é bom saber também o valor, gravidade de pontuação para este tipo de infração, anote ai:

– Exceder 20% o limite de velocidade = infração média, 4 pontos na CNH e multa de R$ 85,13

– Exceder entre 20% e 50% o limite de velocidade = infração grave, 5 pontos na CNH e multa de R$ 127,69

– Exceder acima de 50% o limite de velocidade = infração gravíssima, 7 pontos na CNH, mais apreensão da carteira, suspensão do direito de dirigir e multa de R$ 574,62

Válido em todo território nacional.

Seguindo estas orientações, certamente você estará mais seguro e confiante ao trafegar, respeitando os limites de velocidade de cada via.

Lembre-se! Conte com a Siggo para ter informações e dicas para seguir seguro na sua moto ou no seu carro.



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